Réu confessa de assassinato de seus pais, Suzane Richthofen pode cumprir o resto da sua pena em regime semi-aberto, ou seja, ter uma vida comum durante o dia e somente dormir na cadeia.
Como existe este "detalhe" na lei brasileira, não se trata de um privilégio, mas de um direito do preso, isso pelo cumprimento de períodos de trabalho como costureira e professora de inglês, alegando assim bom comportamento da menina.
Sempre pensei com meus botões que todo mundo deve ter uma segunda chance, é o correto, pois acredito na reabilitação de "algumas" pessoas dependendo da infração cometida.
Crimes como assassinato, sequestro e pedofilia acredito que possuem uma característica de extrema gravidade, que acontecem de forma muito pensada, com requintes de planejamento para serem concretizados, na maioria dos casos frios e calculistas.
Trabalho na cadeia, para uns significa passatempo, para outros significa estratégia para usufruir de um privilégio que a lei concede com a redução da pena ou o abrandamento da sua punição. Isto é caso pensado. Reabilitada? Arrependida? Acredito que não, mas esperta sim, pois como uma estudante de direito tem conhecimento de causa.
Quais garantias de que esta "mente brilhante", ela quem planejou e instigou tanto o namorado quanto o irmão, quem facilitou a entrada deles na casa dos pais, quem traiu a confiança dos mesmos, a grande responsável por este crime não faça algo novamente solta pelas ruas? Pena é para ser cumprida, reclusão é para ser mantida, afinal, animais perigosos devem permanecer enjaulados pois são um risco para a sociedade.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
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